Sete séries de zumbi para todos os gostos

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The walking dead e sua liderança na audiência estão aí para provar que zumbis são cool — pelo menos no universo pop. Tanto que abriu a porteira e não para de sair séries com os comedores de cérebro. Isso não significa que todas sejam tão sangrentas como a trajetória de Rick e cia. Veja a seguir se você encontra uma que tenha o seu estilo.

1. Gosto de problematizar

Então um drama é o que você precisa. E tem aos montes, viu. Claro que a própria TWD aborda muito a relação entre os personagens e as consequências do apocalipse zumbi em cada indivíduo na sociedade. Mas, convenhamos, a carnificina às vezes chama mais atenção. Nas quatro séries que cito a seguir, quase não se vê sangue, até porque os zumbis estão conscientes e não saem por aí comendo cérebro.

Na francesa Les Revenants (e em sua versão americana, The Returned) e na australiana Glitch (acabou de entrar na Netflix), os mortos reaparecem, provocando muitos dilemas para os vivos. A quarta é In the flesh, também australiana, em que os zumbis recuperam a consciência graças a um novo medicamento. Aqui, o foco é mais na reação da sociedade diante desses indivíduos, que passam a ser discriminados.

2. Quero um suspense

Também tem e se chama The strain. Na série, baseada em uma trilogia literária do cineasta Guillermo del Toro, um grupo de criaturas centenárias que se alimentam de sangue faz um complô com um bilionário americano para dominar o mundo, começando por Nova York.

Um time de desgarrados, incluindo dois epidemiologistas, um exterminador de ratos e um idoso excêntrico, tenta evitar que isso aconteça. O primeiro episódio é de roer as unhas na frente da TV. (P.S.: há quem diga que esses mortos-vivos são vampiros, mas eles agem como zumbis, então conta para esta relação.)

3. Tô de zoeira

Então a pedida é iZombie, adaptação livre da série de quadrinhos de mesmo nome publicada pela DC Comics (e que entrou no catálogo da Netflix faz pouco). Transformada em zumbi, uma médica arranja um emprego no departamento médico-legal para ter acesso aos cérebros de que precisa para se alimentar e manter sua humanidade. Mas, a cada cérebro que ela consome, herda as memórias de seus antigos “donos”, o que a ajuda a solucionar crimes ao lado de um detetive. É uma comédia dramática interessante e espirituosa.

4. Eu quero é carnificina!

Fique com Z Nation. Três anos após um apocalipse zumbi ter arrasado os EUA, um grupo de pessoas precisa se arriscar para transportar, de Nova York à Califórnia, um sobrevivente. O que ele tem de especial? Seria a última alma do planeta a ter em seu sangue os anticorpos para a produção de uma vacina. Dá para imaginar a carnificina quando se precisa ir de uma costa à outra do país em meio aos famintos (e rápidos!) mortos-vivos, né?

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